Monday, March 5, 2007

Portuguesa em New York

Durante estas duas semanas muitas coisas aconteceram, umas boas outras muito tristes. Assim 'e a vida, uma efemera viagem que nos oferece oportunidade de sentir, de extasiarmo-nos em felicidade, de sentir amor, de sofrer com a perda e aquecermo-nos com boas memorias. A minha mae esteve em Nova Iorque e para alem de lhe mostrar Syracuse and around, fomos ate duas estancias da neve onde fiz snowboard e me aguentei muito bem, e passamos uns dias em New York NY. Aqui ficam umas fotos destes dias que passaram.

No dia antes de a Lurdes chegar, o Andre levou-me por umas voltas na 5th Ave, para ver se me animava. Aqui, na St. Patrick's Cathedral. Havia um casamento naquele preciso momento, e a noiva apareceu com o seu papá dentro de um Rolls Royce branco.






Depois de a Mamã chegar voltámos para Syracuse e eis as poucas oportunidades de fotos que surgiram visto que as pilhas da minha máquina estiveram quase sempre descarregadas:






Fomos até ao Lago Ontario, aqui no Mexico Point:








Diversos momentos de ‘Cuse não ficaram fotografados: o passeio por Skeneateles onde a Lurdes provou o famoso Seafood Chowder, o passeio pelos Fingerlakes até Ithaca, onde fica a famosa universidade de Cornell ainda hoje pertencente à Ivy League, o passeio pelos Commons em Ithaca, com lojas todas giras e bares e restaurantes deliciosos (e um frio descomunal), os passeios pela downtown de Syracuse, incluindo o Armory Square, o Clinton Square, o Franklin Square (onde fomos ao excelente café Freedom of Expresso), o nosso jantar maravilha no Pascale’s, o jantar mega spicy e ao som de óptimos Blues no Dinosaur BBQ e enfim, muitos outros momentos bons que passámos aqui onde vivo. Claro que não posso esquecer o magnifico jantar de Bacalhau à Braz com entradas de alheira e farinheira que fizemos aqui em casa para alguns amigos. Ainda deu para ir alguns dias fazer snowboard, enquanto a Mamã curtir o seu SOCO & Cocoa (Southern Comfort com chocolate quente, delicioso) no Labrador Mountains e no Greek Peak, com o André que nos veio visitar mais o seu amigo austriaco Joseph.

Na segunda segunda-feira da sua estadia aqui, fomos para Manhattan passar os últimos dias em Manhattan, enquanto dormiamos em casa da amiga Anamaria em Baskin Ridge NJ.



Fomos directamente para Manhattan, com todas as malas no carro. Estacionámos no Upper East Side, junto ao Guggenheim e decidimos ir até lá.



Depois fizemos o Museum Mile na 5th Ave e entrámos pelo Central Park ... andámos imenso nesse dia! Começando na 90th St descemos pelo Central Park, fomos até à loja da Apple na 59th e à famosa loja de brinquedos da 59th St & 5th Ave e continuámos a descer até à 50th, onde fomos ver o Rockefeller Center, nesta altura ainda com o ringue de patinagem mas já sem a famosa árvore de Natal.







Antes de ir jantar, fomos ate a Sephora:



Apanhámos um taxi e fomos jantar algures na 40th St ... dia longo.

No dia seguinte entrámos em Manhattan pelo Holland Tunnel com zero trânsito e por sorte encontrámos estacionamento na Greenwich Village em poucos minutos. Fomos explorar a Apple do SoHo e ver os nossos GMails:





Decidimos ir explorar a Greenwich, fomos ao Caffe Reggio onde comemos deliciosos profiteroles acompanhados e igualmente fantastico cappuccino.






Passeámos imenso pelo SoHo, NoHo, Little Italy e Chinatown já ao fim do dia.







Encontrei um restaurante onde almocei há anos e que nunca mais tinha encontrado e decidimos jantar por lá com o André. Mas antes, mocha no Starbucks da Chinatown.



No dia seguinte estacionámos no Upper West Side, almoçamos num restaurante japonês que eu e o André adoramos na W 112th St, junto ao restaurante do Seinfeld. Percorremos depois da Broadway toda até à Times Square, passando pelo Lincoln Center e o Columbus Circle.




Próximo destino: Empire State Building by night. Foi muito giro, e muito muito gelado.



Chrysler (esquerda), Brooklyn (topo)

5th Ave:

Times Square:


Hudson River:

Flatiron, onde a Broadway e a 5th Ave se encontram:

Pormenor do Flatiron:

East River e Brooklyn ao fundo:

Quase sem energia, o frio era imenso:

25 dolares por uma foto??


Nesse dia jantámos mesmo ali junto ao ESB, num Sbarros. Apanhámos a linha azul para Uptown, mas em vez de apanharmos o local (C) apanhámos o expresso (A) e fomos parar à 125th St. Tudo cool, mais um dia acabou depois de umas 45 milhas a conduzir para NJ.




Not my train:


Acordámos tarde no dia seguinte, e voltámos a entrar pelo Holland Tunnel e a estacionar junto à Bleeker St na Greenwich. Mais uma vez, fomos a Apple do SoHo comprar o Shuffle para a Carol. Claro que tivemos de brincar com o PhotoBooth mais uma vez:



Nesse dia fomos até ao Ground Zero e a ideia era passear mais pelos bairros do sul da Ilha.




Claro que como junto ao Ground Zero fica o Century 21, o paraíso de todos aqueles que adoram compras e especialmente marcas .. entrámos só para a Mamã ver .. ya. Passeámos ainda pelo Financial District e Wall Street, e descemos até ao Batery Park onde apanhámos o ferry para Staten Island para vermos a ilha de longe e a Lady Liberty ...





Nessa noite fomos jantar algures na 23rd St com o André e a sua amiga Una.



Na sexta-feira passámos o Holland Tunnel e fomos directas à Bleeker St. Fomos almoçar ao Olive Tree, na McDougal.








Depois começámos a andar para norte, passando pela Washington Square Park, entrámos na 5th Ave até à Union Square, na 14th St.








Continuámos a passear pela Park Ave até à Grand Central Station, que eu queria imenso mostrar à mamã.









Nesta altura o André estava a curtir a sua Happy Hour (ou TGIF, Thank God Is Friday) depois da puxadíssima aula de Neurociência e depois fomos até ao Guggenheim encontrarmo-nos com ele e os seus amigos (Joseph e Gale). Fomos todos jantar a um restaurante de Dim Sums na 23rd St. Nessa noite eram os anos da Una e por isso fomos sair ao Luke&Leroy (Leroy St & 7th Ave) onde a Madonna costuma parar. Foi muito muito divertido ...

No sábado, o dia do voo de regresso a Portugal, ainda fomos para Manhattan de manhã, tomar um brunch de Poached Eggs no muito frequentado Blue Ribbon.

Quando saimos, ao passar pelo Washington Square Park vimos pessoas a jogar xadrez, miudos e graudos:



Depois passeámos pela Greenwich Village e 34th Street .... o tempo voou e logo logo tivemos de ir para o aeroporto de Newark.

Thursday, February 15, 2007

nEVe cOntiNUa

Depois do dia e noite de ontem, por as coisas continuam animadas. Quando estava a sair para a minha aula de Pilates, eis o que vejo quando saio da porta de casa:




No Standart Parking Lot, onde estaciono o carro nos dias de preguiça em que vou para a ESF, estava cheio de neve por todo o lado:


Após demonstrada coragem de sair de casa, aproveitei para passar na biblioteca junto à Westcott (a zona da malta toda muito ESF, produtos orgânicos, Co-ops, senso de comunidade). Aqui se vêem as "trincheiras" nos passeios. Tenho pena de não ter fotografado a Euclid Ave, onde os passeios têm caminhos escavados com larguras que permitem apenas o pessoal passar em fila indiana. A neve é bonita ...


Adeus Avô António



À memória do meu avô António Monteiro, um beijinho grande e o desejo de que encontres paz. Aqui fica uma foto com o chapéu de sempre, com a postura de sempre. Até sempre Vovô.

Depois de -32ºC esta noite ...

Pois tem nevado muito por cá. A sério, tem nevado a sério. Ontem fui para a porta de casa fazer anjos numa camada de neve com mais de 1m de profundidade e atirei bolas de neve, que de tão fofas se desfaziam no ar. Enfim, muito frio mas muito muito bonito. Isto lembra-me imenso o meu primeiro ano, quando esta neve era bonita mas também dura pois tinha de atravessar o parque todos os dias para ir para a faculdade, pois náo tinha carro. Sempre era um bom exercício.

Primeira foto do dia, pelas 7.30AM:


A passarada do costume. Os meu favoritos são os cardinais:


Um dos lados da vista da sala ... muita neve! As árvores estão enterradas em neve até ao inicio dos ramos:


Para o André ver (sim porque raramente apanha estes nevões), assim era a vista do quarto no sábado à tarde:

E assim está hoje. Ontem não conseguia abrir a porta do carro pois a neve vinha até ao vidro ... e o carro todo tinha uma camada de uns 70cm.


Ontem a Erin enviou-me esta foto dela no Labrador. Isto é o que quero fazer para aproveitar as cosias boas de viver na neve:

Monday, February 12, 2007

Bravo Portugal

Ontem ganhou o Sim. Sim significa que finalmente existe uma maioria de portugueses que acredita na despenalização do aborto, o que significa mais uma conquista para o direito das mulheres, assim como uma maior responsabilização da mulher como ser adulto e capaz de tomar decisões. Assim, bravo … aqui do outro lado do oceano fico orgulhosa do passo que acabou de ser dado com a ajuda da democracia.

Friday, February 9, 2007

(UN)Satisfied Mind by JBuckley

How Many Times, Have u Heard Someone Say,
If I Had Money, I Would Do Things My Way.
But Little They Know, That It's So Hard To Find
One Rich Man In Ten, With A Satisfied Mind.

Money Can't Buy Back, All Your Youth When Your Old
A Friend When Your lonely, Or Peace To Your Soul
The Wealthiest Person, Is A Pauper At Times
Compared To The Man, With a Satisfied Mind.

When My Life Is Over, And My Time Has Run Out,
My Friends and My Lovers, I Will Leave, Theres No Doubt
But One Things For Certain, When It Comes My Time
I'll Leave This Old World With A Satisfied Mind
But One Things For Certain, When It Comes My Time, Oh Yeah
I'll Leave This Old World With A Satisfied Mind mind mind, mind mind,
Satisfied Mind.

Wednesday, February 7, 2007

Frostbite II

Pois aqui está a fotografia que pensei há dias. Era exactamente isto. Claro que com uma máquina digital toda xpto poderia fazer algo muito mais macro. oh well, a ideia está na foto.




ON MUSIC:
You can't always get what you want, and
You always want what you can't get.
True, so true.

Monday, February 5, 2007

Frostbite

Hoje acordei por volta das 7AM com os avisos da rádio anunciando que as escolas estão todas fechadas, que todos os comboios a Oeste de Albany NY estão cancelados por causa do vento frio que aumentou o lake effect que até agora andava muito controladinho (bom, à excepção de sexta, pois nevou imenso na sexta). Levantámo-nos num ápice pois isto implicava que o André com bilhete de comboio para regressar a Manhattan estava agora preso em Syracuse. Valha-nos a Greyhound (e juro que nunca pensei um dia dizer isto), a rede de autocarros americana ... que o Gonçalo Cadilhe retrata de uma forma demasiado dramática no seu “Planisfério Pessoal”.

O André foi até à estação, comprou bilhete de autocarro para substituir o de comboio. Tomámos o pequeno almoço e agora lá vai ele, a esta hora concerteza a chegar à Penn Station, do outro lado da rua do Graduate Center onde vai ter aulas ao final da tarde.

E assim se começa mais uma semana, com uns -16ºC mas devido ao vento cá dizem muito -16ºC but feels like -28ºC. Tá-se na boa, aqui em casa permaneço num ambiente agradável e sei que em Portugal já há uns bons 20ºC que estaria em hipotermia.

Bueno vou trabalhar... a olhar lá para fora penso que gostaria de ir tirar umas fotos, talvez mesmo daqui de dentro de casa, pois as temperaturas não convidam a passeios outdoors. Amanhã vou tirar fotos ... amanhã. Até já tenho uma ideia. Ideias tenho várias ... e em concreto?

Ben Harper's Morning Yearning

Wednesday, January 24, 2007

My dinner with André

Pois este poderia ser um dia como os outros, já que janto muitas vezes com o André. Porém, este texto refere-se ao filme de Louis Malle de 1981 (mais sobre este filme aqui). Vi o filme porque a interessantíssima orientadora de PhD do André também esteve envolvida em coisas de teatro e falou-lhe no Andre Gregory. Daí foi um passo para este filme, composto por apenas dois personagens, o Wallace Shawn e o Andre Gregory a fazerem deles próprios. Encontram-se para jantar algures em Manhattan e conseguem manter-nos sentados com eles dois à mesa numa conversa sobre as suas vidas e as suas visões do mundo e da realidade durante todo o tempo do filme.

A conversa, essa realmente dá que pensar. Se pensar que tudo se passa em 1981, vejo que de facto os tempos passam mas as perguntas essenciais mantêm-se: o que fazemos aqui? O que queremos ou deveríamos estar em cada momento a fazer com as nossas vidas?
Uma vez que tanto o Wallace como o André estavam muito na cena do teatro nova-iorquino nesta altura, falam também do papel activo do teatro como ferramenta de educação/informação/… para as pessoas que vagueiam pelo mundo. Discutem perspectivas ora complementares ora opostas sobre se deveríamos viver cada momento espontaneamente sem pensar demasiado nos propósitos dos nossos actos. Pessoalmente fascinaram-me as experiências contadas por André Gregory (podem ler excerto na WWW, e.g. aqui).

Mas o que mais me marcou foi uma ideia de Gregory sobre Manhattan, em que as cidades de hoje são a nova geração de campos de concentração super eficientes pois nem precisam de muros pois as pessoas sao ao mesmo tempo prisioneiras e guardas (na verdade as pessoas queixam-se do stress das suas vidas, mas nao querem sair). Nesta perspectiva as pessoas são mantidas sedadas com suposta arte que apenas nos mantêm num mundo de sonhos e de que “tudo vai ficar bem” sem termos a verdadeira percepção da realidade. Surge a ideia de que se de facto estivéssemos acordados para a realidade e o momento do Agora entraríamos em pânico mas teríamos melhor noção de que cada segundo é de facto precioso e que temos a responsabilidade e a liberdade de o viver como nos apetecer e da melhor maneira que encontrarmos. De facto, o que mantêm toda uma sociedade a acordar todos os dias de manha, passar horas em filas de trânsito, mais umas quantas horas sentados em frente a um computador, a fazer texto ao quilo cujas repercussões são tão dúbias? Porque não acordamos de manhã com a fascinação que deve estar ligada ao acontecimento de acordar para um novo dia? Porque não acordamos felizes e impacientes de sentir o vento na cara, o sol quente nas costas, o cheiro do mar, a areia entre os dedos? A vida seria muito mais imprevisível, mais rica, por consequência as mentes dos milhões de pessoas por toda a sociedade poderiam evoluir em infinitas direcções. O desconhecido de que infinitas possibilidades são essas causa muito medo, principalmente a quem nos governa … pois seria o mesmo que em cada momento abrir a gaiola e deixar o pássaro voar.

For those who seek more information about this movie:
Film Society of Lincoln Center
another review
bit of text

Saturday, January 13, 2007

Zizek no Público de hoje

De volta aos Estados Unidos, desta vez trago mais umas pontes para o nosso mundo português. A minha intenção é mais a de me manter ao corrente do que se lê e pensa por Portugal enquanto estou por cá a absorver criticamente esta cultura de fast-food, prozac, trens absolutamente desnecessários de infinitos gadgets para a casa, e ao mesmo tempo de extremo fitness, slow food, co-ops e tudo orgânico aos mesmos preços que os produtos equivalentes não orgânicos … em súmula este país de contrariedades tal como o são todos os adolescentes que vivam os seus teen years a 100%.
Uma das “pontes” que descobri foi como ouvir a rádio Oxigénio pela Internet o dia inteiro, porque aliás tem um som que sendo de qualidade ainda assim me permite manter-me concentrada no meu trabalho e pensamentos. Sim porque passar o dia a ouvir a música muito “Seattle Indie” que passa no Grey’s Anatomy não ajuda o meu focus.
Outra valiosa aquisição é um hábito mais enraizado de consumir os jornais diários portugueses digitais. Ainda hoje no suplemento Mil Folhas do Público, inclui-se um artigo sobre Slavoj Zizek, um dos “intelectuais mais influentes do nosso tempo” de quem apenas conhecia a frase proferida por Morpheus, dirigindo-se a Neo, no primeiro filme da saga Matrix: “Bem-vindo ao deserto do real”. Este é o título de um dos livros deste filósofo, psicanalista e investigador esloveno… fico com imensa curiosidade de ler.
Mas quantos de nós temos estes impulsos de cultura, de absorver tudo? Dizer adeus à televisão para sempre e mergulhar nas diversas filosofias, num mais profundo conhecimento do mundo que nos rodeia. No entanto quedamo-nos a observar as pílulas azul e encarnada, indecisos. Creio que no meio está a virtude … mas seria bom podermos dar asas a estes nossos ímpetos e viver livres com tempo para explorar as nossas sedes de conhecimento… aquelas que surgem assim de repente…
Quanto mais se lê, mais se percebe o que existe por aí interessantíssimo de explorar. Por exemplo, já conhecia o Jornal de Letras, mas não sabia que o podia consultar pela Internet e qual não foi a minha surpresa ao encontrar no número agora em circulação a Autobiografia de António Câmara, o professor que mais me inspirou durante a faculdade, muito embora estivesse nesse ano (1998) de licença sabática no M.I.T. aqui em Boston. Tive com ele alguns encontros informais, e uma verdadeira lecture que ficou para todo o sempre, cuja punchline era a de que devíamos sair de Portugal para perceber a verdadeira dimensão do mundo, ver outras realidades para ganhar perspectiva e perceber onde Portugal se situa no mundo actual. Ao António Câmara os meus sinceros Parabéns pelo Prémio Pessoa que recebeu em 2006 pelo sucesso da Ydreams!

Wednesday, January 3, 2007

Before Leaving Lisboa, Portugal

Antes de nos despedirmos de Lisboa, Portugal e de todas as coisas boas que constituem o modo de viver europeu decidimos ir almoçar a Carcavelos com o Gustavo e Raquel, aquelas deliciosas tostas mistas Windsurf e sumos naturais de morango. O dia esteve super solarengo e soube bem sentir a cara aquecida pelo sol das 13h. Despedimo-nos dos nossos vizinhos "amaricanos" e fomos até a Calçada do Combro, do outro lado da rua do Incógnito, para um encontro marcado com a Ana, esta artista maluca que conheço há já mais de 7 anos... incrível como o tempo passa. Uma vez que temos algum receio de cortar "el pelo" nos States (por vermos a amostra creio, se bem que em Manhattan há cortes giríssimos, o problema e encontrar onde sem pagar 200 dólares por um simples corte ... e ainda assim, o preço não é garantia) aproveitamos para o fazer nas pouquíssimas vezes que estamos em Lisboa. Et voilà, os novos nós, para o novo ano:

Tuesday, January 2, 2007

Happy B-day Andre'

Pois muitos parabéns Senhor André. Sim escrevo senhor pois já se trata de um adulto mesmo adulto. 35 Anos é o que celebramos hoje, uma conquista fenomenal para o André que conserva aquela energia jovem... bom, estou a brincar, ele conserva a energia jovem pois é jovem, pois os 35 agora são os novos 25 :o)
Celebrar o dia de anos em Lisboa foi algo de novo, a combinar com o ano também ele novo. Pois parece que em geral os restaurantes encerram à segunda-feira, mas uma vez que o primeiro de Janeiro foi a uma segunda-feira, praticamente todos decidiram fechar os seus estabelecimentos no dia seguinte, ou seja, hoje, no dia de anos do André. O dia esteve super solarengo, pelo que foi óptimo conduzir pela Avenida Marginal a olhar para o oceano com um pouco de Bugio a massajar as areias da Linha e da Costa da Caparica. Chegados à Bica do Sapato percebemos que apesar de excelente restaurante, a Bica não fugiu a regra e encerrou também hoje. Acabámos por ir ao DeliDelux para fazer um almoço mais leve, ainda que à beira rio.
Depois do almoço, chegou a hora de pensar no jantar … fizemos um óptimo jantar lá em casa com (por ordem de chegada) a Jo e Paulo, o Gustavo e a Raquel (que fizeram mega surpresa de anos ao André), a Cristina, a Rita e o Ricardo, a Su, o meu primo Bruno e a minha mãe. Foram várias as surpresas boas … apenas tive uma surpresa má: a bateria da minha máquina fotográfica estava a zeros, de modo que consegui tirar apenas uma foto rápida do momento … ainda assim, foi óptimo, vocês são lindos.

Monday, January 1, 2007

Ano Novo 2007

Pois Bom Ano para a Família e todos as Amigas e Amigos e caras metades e enfim … todos que lêem estas palavras e os outros. O Ano chegou ao fim e outro começa. No espaço de horas avalio as minhas conquistas e derrotas, aquilo que melhorei e aquilo que pretendo melhorar ainda, quem sabe este ano. Há sempre uma certa melancolia em acordar para o dia 31 de Dezembro, pois para mim desde os primeiros anos da adolescência que se tornou ritual estar comigo mesma a fazer o balanço do ano que acabou. Poderia ser um dia como os outros, mas não é, para mim não é.
Depois de correrias para todo o lado, o André e eu passámos o ano chez nous, com carpacios e Moet Chandon, depois de boa cerveja belga. Preparámos todo o jantar para passar um momento a dois. Bom ano!

Hoje acordámos tarde, bem tarde, mas felizmente a minha mãe sempre super organizada marcou o almoço para as 14h e ainda assim fomos capazes de chegar atrasados. Tudo correu bem, juntámo-nos em casa dela para um almoço fabuloso de Caril de Gambas, com a Titi. Foi bom ter tempo para pôr conversa em dia … e então conversámos durante horas. Durante a tarde tivemos a visita de um amigo do André, dos Açores. Enfim, a tarde foi muito engraçada não tivesse sido eu querer experimentar a máquina fotográifca do amigo João. Pois fui disparando inocentemente para testar a máquina e quando dei por mim tinha várias para apagar. Claro que podia ter pedido ao João para apagar as fotos, mas não, aqui a Monteiro tem sempre a mania que domina as tecnologias (e em boa verdade, domino, ou não tivesse eu sempre a mania) e então percorrendo os menus em espanhol, tao parecido ao portugues, inadvertidamente apaguei as fotos todas do senhor. Foi-se o jantar de Natal, os pores do sol a passear por Lisboa, os vários monumentos e miradouros que tambem eu devia ter calcorreado para umas fotos aqui no blog … mas não apaguei momentos que ele já não pode recuperar, talvez quem sabe daqui a um ano… enfim, momentos.

Lurdes, Rita & Dulce

Lurdes & Rita

Lurdes & Dulce

Rita & Dulce